cela me rassure d'avoir la confirmation qu'il est des choses qui demeurent intactes * philippe besson

one of the secrets of a happy life is continuous small treats * iris murdoch

it's a relief sometimes to be able to talk without having to explain oneself, isn't it? * isobel crawley * downtown abbey

carpe diem. seize the day, boys. make your lives extraordinary * dead poets society

a luz que toca lisboa é uma luz que faz acender qualquer coisa dentro de nos * mia couto





Mostrar mensagens com a etiqueta casamento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta casamento. Mostrar todas as mensagens

23.8.14

6 anos


foi ha 6 anos atras, estavamos em tras-os-montes. o jardim de casa estava em alvoroço. a noiva estava serena. foi um dia lindo, a festa que queriamos com a familia e com os amigos para festejarmos o nosso amor. estes sao os bonecos do bolo, assim que se aproximam um iman fa-los da um beijo. o proust este na mesa connosco, embora nao tenhamos comido madalenas (a fotografia do telefone é ma, nao deixa ler o texto).
e agora estamos preparados para ir ao casamento dela.
love is in the air

23.8.13

5 anos


foi assim

e 5 anos depois estou em paris, no pompidou, a olhar para este lichtenstein

23.8.11

3 an♥s et encore une histoire de pieds (34)


no começo foi assim, o dia foi assim, o primeiro ano foi assim, os dois anos foram assim e hoje são três anos.


o que me apetece dizer hoje foi o que ja disse aqui "... nunca acreditei na perfeição, mas há dias perfeitos ou momentos perfeitos... e fico à espera que este dia contagie muitos outros que por aí virão... "


26.8.09

lyon ii


pequeno almoço com vista para o teatro. o comboio só partia ao final da tarde, por isso, fomos espreitar o mercado e “trabouler”… é domingo e ainda é agosto, saint jean está repleto de familias lionesas nas esplanadas ou nos “bouchons” a comerem especialialidades. o guia diz que lyon é a capital francesa da gastronomia e nós acreditamos. o guia faz também um percurso de « traboules » que nunca poderíamos ter descoberto sozinhos porque são portas perfeitamente normais que não permitem saber que são passagens secretas...passagens secretas só para nos dois porque é domingo e agosto… entramos numa porta de uma rua e saimos noutra e assim durante umas horas… as portas de lyon são magnificas… talvez mais bonitas do que as de bordeus… gosto deste lado medieval… nos corredores secretos entre duas ruas eramos surpreendidos por pequenos jardins, torres e pátios interiores… mais um passeio à beira do cais, para vermos os alfarrabistas e os conhecidos e numerosos « mures peints »… o tempo de ir embora aproximava-se, eram quase 16h… há um ano atrás em Portugal eram 15h, o grande dia, e para nós isso merecia dois copos entrelaçados num lugar especial. escolhemos « l’épicerie », lugar mágico, não apenas pelo momento, mas pelo lugar : guardanapos aos quadradinhos vermelhos e brancos, mesas e cadeiras de ferro azul turquesa, toalhas de mesa às bolinhas, moveis estilo « brocante » vindos das casas de campo do tempo dos nossos avós. tarteiras com deliciosas tartes de frutos, caixas de marcas que há muito deixámos de ver… e de repente o fim de semana terminava, regressavamos no comboio com um doce sabor destes dois dias que quiseram celebrar um ano…

25.8.09

lyon i

chegamos por volta das 11h15, direcção ao hotel do teatro situado numa magnifica e conhecida praça lionesa e com reserva de um quarto com a melhor vista.


dali fomos almoçar à « rue des marronniers », queriamos ir ao restaurante “chez monier”, mas estava fechado para ferias, por isso, decidimos experimentar “chez la mère jean”.

passeamos e passeamos… muito, entre duas compras… o tempo passou a correr. antes do jantar bebemos um aperitivo numa esplanada junto à la saone e atravessamos a ponte para jantarmos no vieux lyon.

o routard sugeria o restaurant du soleil e foi para lá que fomos. numa esquina de rua du « cartier saint georges », um restaurante daqueles que parece que só encontramos nos filmes…
por ali experimentamos o aperitivo proposto pelo proprietário, comemos especialidades e bebemos um vinho da região… e ficamos por ali, até sermos os últimos… era agosto em lyon, com tudo o que isso implica… muitas coisas para ver, as ruas desertas… e poder aproveitar a cidade como se ali vivessemos. mais tarde bebemos uma cerveja no « james joyce » e atravessamos a ponte, rumo ao hotel.

... e foi também por isso que fomos...

... tudo começou aqui... há 1 ano atrás era um dia perfeito... e este fim-de-semana também o foi...



21.8.09

post sem imagem...

... de mala às costas e bilhete de comboio no bolso aqui vamos nós! espero que as imagens venham depois do fim-de-semana... muitas ... e bonitas... ♥

8.9.08

enquanto vou escrevendo estas palavras o brilho do "novo acessório" da minha mão esquerda desvia-me a atenção... é o primeiro post com novo estado civil, apesar das complicações com o nome e com o bilhete de identidade... ora, o meu marido, aos 35 anos tomou conhecimento que o apelido que adopta há anos não é apelido mas nome próprio... as complicações surgiram desde o início, em tudo e ainda hoje me pergunto como é que esta complicação toda originou a festa "perfeita"... eu tinha medo, muito medo… mas não houve nada a apontar... os pais, as madrinhas e os padrinhos estiveram lá em tudo, o tempo todo. a carroça estava linda embora ninguém conseguisse emparelhar o burro, mas logo se arranjou uma solução. 8 pessoas de volta da carroça para que ela não se virasse ou fizesse marcha atrás. eu e o meu pai com as unhas cravadas no banco e o caprichoso do burro ainda parou para beber água... as portas das casas típicas transmontanas enchiam-se de gente, os sinos tocavam desenfreadamente, a música de entrada na igreja era linda, feita pelos "primos", as flores nos bancos da igreja tão sóbrias e maravilhosas, postas em tempo recorde pelas amigas por causa do atraso da procissão. o padre de ténis, toda a gente a chorar, mas a música e as leituras sempre ali para animar. assinaturas e saída da igreja, esquecemo-nos das pétalas naturais, mas voaram as de plástico e muito arroz no cabelo e para dentro do vestido a chamar pela felicidade (dizem uns) e pela fertilidade (dizem outros). mais musica, desta vez os pauliteiros de miranda, cheios de flores nos chapéus... dançaram 15 minutos debaixo do calor tórrido de agosto. fotografia de grupo e descida até ao jardim de casa para começar a festa... pelo caminho a música de infância que tantas vezes tive que ouvir para ver se comia ( e que ao longo da noite serviu a outras letras) a relembrar que os tempos são outros. champanhe, música, a comida nas mesas “perfeitas”, simples e tão sóbrias... com os nomes das ruas de lisboa... e a musica do p. e do v. toda a noite no melhor...

... nunca acreditei na perfeição, mas há dias perfeitos ou momentos perfeitos... e fico à espera que este dia contagie muitos outros que por aí virão...