cela me rassure d'avoir la confirmation qu'il est des choses qui demeurent intactes * philippe besson

one of the secrets of a happy life is continuous small treats * iris murdoch

it's a relief sometimes to be able to talk without having to explain oneself, isn't it? * isobel crawley * downtown abbey

carpe diem. seize the day, boys. make your lives extraordinary * dead poets society

a luz que toca lisboa é uma luz que faz acender qualquer coisa dentro de nos * mia couto





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9.4.16

"porque o tempo tudo cura. nao lhe podemos pedir mais"


conheci o trabalho do vitorino coragem no dia em que dei com esta fotografia no facebook. acho que até ja la tinha contado esta historia mas nunca a tinha posto aqui. quando parei nesta imagem pensei que parecia eu, e a unica coisa que me fez ter a certeza foi a confirmaçao de que aquele sinal no braço esquerdo ainda la estava. 
foi num fim de tarde no lançamento do primeiro romance do nuno costa santos, que teve apresentaçao da luisa costa gomes e que terminou com uma frase que me assenta como uma luva, que é a que dá titulo a este post. durante muito tempo a luisa costa gomes foi uma das minhas escritoras de eleiçao. 
o que eu gosto nesta fotografia é que ela diz muito de mim e, foi o tempo que demorei a perceber se era ou nao eu que me fez pensar nisso. so gosto que me tirem fotografias quando nao estou à espera.

"amiguei-me", entao, à pagina do vitorino coragem e sigo agora, diariamente, o trabalho dele. gosto muito das fotografias que ele tira às pessoas. vale a pena espreitar aqui ou aqui

15.1.15

ei-la


finalmente! voltei a ter companhia. a bateria esta a carregar e amanha ja quero experimentar. nao é um grande modelo, mas eu queria uma maquina de algibeira, uma maquina que se parecesse com a anterior na maneira de funcionar, uma coisa simples e que disparasse no momento certo. escolhi esta cor porque a anterior era cinzenta e porque a preta era demasiado "seria"…. e, na verdade, eu sou uma rapariga azul.

desde que sai da loja que estou a trautear "i can flyyyyy". estou contente.
é preciso pouco, seu sei.
small treats. 

19.8.14

"e tinhas a eternidade nas mãos"



as quatro primeiras fotografias foram colhidas no jardim da casa de tras-os-montes. a primeira é uma janela vizinha abandonada. a segunda e a terceira sao o reflexo das folhas na agua do tanque esquecido por debaixo da cerejeira. a quarta é o brilho das uvas nos finais de tarde, pouco antes de o sol se pôr e esta ultima fotografia foi tirada em espanha, ali mesmo, numa aldeia fronteiriça. 

regressei ao ultimo livro da ana teresa pereira. nao o tinha terminado. às vezes preciso de afastar-me uns tempos e depois voltar ao seu universo. tras-os-montes foi o melhor lugar para regressar. as primeiras fotografias sao imagens perfeitas (para mim) sobre a forma como sinto o ambiente dos livros e esta ultima fotografia foi o encontro inesperado com esta ultima frase. 

"- eu vi-te em nova orleães.
- numa longa tarde de chuva.
- e tinhas a eternidade nas mãos"

ana teresa pereira * as longas tardes de chuva em nova orleães * relogio d'agua

20.2.14

dias de cor, forma, luz e contraste

vos que estais a olhar para a fotografia anterior e a pensar se os vossos olhos estao cansados ou se a fotografa é pessima, descansai! senhorita jota vai fazer um curso de fotografia.

é isso. e ela esta contente, tem é que trocar a sua maquina de bolso por uma coisa mais… profissional...