cela me rassure d'avoir la confirmation qu'il est des choses qui demeurent intactes * philippe besson

one of the secrets of a happy life is continuous small treats * iris murdoch

it's a relief sometimes to be able to talk without having to explain oneself, isn't it? * isobel crawley * downtown abbey

carpe diem. seize the day, boys. make your lives extraordinary * dead poets society

a luz que toca lisboa é uma luz que faz acender qualquer coisa dentro de nos * mia couto





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3.4.16

presentes


foi a unica surpresa que tive no meu aniversario. também me ofereceram um livro, mas ja o tinha e recebi os habituais envelopes que dao imenso jeito e que se trocam facilmente por presentes.
muitas vezes, nos ultimos dias, pensei que ja nao tenho a mesmo energia de outros tempos. lembro-me de ir sair à noite durante a semana, de chegar a casa aos eSSes de dormir uma hora e ir trabalhar. isso hoje parece-me impensavel. estas pastilhas vieram mesmo a calhar (sorriso) e os moleskine sao tao simples, sobrios, tao bonitos… quando enviei uma mensagem de agradecimento à minha prima ela respondeu "é um mimo pequeno, só para te lembrares que a juventude é uma coisa que podes tomar todos os dias, e para ires apontando essas tuas escritas maravilhosas". fiquei com o coraçao cheio. ha palavras que valem mais do que mil caixas de pastilhas milagrosas. 

entretanto, vou so devorar esta caixa para ver se faz efeito e ja venho.

28.3.16

40 (e uma semana)


cheguei… e ainda me sinto com 17… 
estranho, às vezes parece que nao me apetece crescer. ha pouco tempo diziam-me: ainda te vestes da mesma maneira… e às vezes esse lugar conhecido, esse casaco do qual nao me consigo livrar por nada deste mundo, parecem-me portos tao seguros. sou a mesma, mas sou outra. tenho os mesmos amigos quase desde sempre. sao os que vêm todos os anos ao meu jantar. muitos so se encontram nessa ocasiao. este ano jantamos, nao muito longe de casa, num restaurante que se chama dona tilia. tao bonito. se puderem passem por la que vale muito a pena. jantamos bem, conversamos, fomos para o terraço ouvir e dizer piadas parvas, fomos a um bar improvavel e acabamos a dançar, no sitio do costume. a unica musica que safou a noite e que lhe valeu foi o babies dos pulp. cheguei a casa às 6 da manha. estava a precisar de uma saida cheia. e assim foi.

13.10.15

uma década azul turquesa



dez anos. uma década. dito assim, parece um tempo enorme e na verdade, tendo consciencia dos anos, parece que foi no outro dia. era o outono, a neve nao tardava a chegar. dali a pouco tempo iamos mudar de casa, iamos viver para um lugar um pouco mais abaixo de val d'isere, para tignes les brévières, com vista para as pistas. saiamos de casa e era so pôr os esquis nos pés e começar a dar passos grandes para ganhar velocidade. depois mudamos para um pouco mais acima, para tignes les boisses, também mesmo ao lado das pistas e, mais tarde, quisemos aproximar-nos do vale, ficando, na mesma, em altitude, e fomos viver de frente para as montanhas, para a casa mais bonita onde vivi, com uma vista incrivel, em les echines du dessous. 
apesar de andar ausente nestes tempos, sinto que este blog é um registo da minha vida dos ultimos anos e por ser um blog de uma nostalgica vai muito além daquilo que vivi nesta década. a melhor coisa que me aconteceu neste tempo foi conhecer a minha filha e tudo o que esse encontro me trouxe. ha dez anos atras nao imaginava que a minha vida seria assim, hoje, que estaria de regresso a lisboa, que teria uma bebé maravilhosa. nao imaginava que dez anos depois seria um dia de chuva e que eu estaria no sofa da sala, na grande alface, abraçada à mathilde e a ler-lhe livros cujas historias se passam nas montanhas.

sinto uma grande amizade por este blog. ele é uma companhia. ele é um aconchego. espero haja muitos registos ainda por fazer, muitas memorias por recordar. que as montanhas nunca se apaguem destas paginas e que as historias de/em lisboa as encham de letras e fotografias.

22.3.15

39


hoje penso que foi preciso passarem 39 anos para perceber uma data de coisas.

hoje, que sou mae, imagino a minha ha 39 anos atras, a olhar-me. era o meu primeiro dia. tudo era novo para ela tal como tudo é ainda novo para mim. e so hoje consigo perceber muitas coisas na minha mae. nao so o "leva o casaco que esta frio", ou o leva o chapéu que vai chover", ou o "nao faças isso que te magoas", ou o "endireita as costas", ou o "tira as mais da boca". hoje consigo perceber todas as preocupaçoes, todos os conselhos, todos os desejos, todas as decisoes, todos os sacrificios. muitas vezes, posso nao ter concordado com algumas coisas. muitas vezes, posso ter-me zangado, mas hoje percebo que tudo o que ela queria era o melhor para mim e que o melhor para mim era o que a tranquilizava. e acho que so conseguimos perceber isso quando somos maes. digo maes e digo bem. os pais também conseguem perceber muito mais coisas agora do que antes de o serem. mas os pais nunca vao perceber o que sente uma mae. espero conseguir ser para a minha filha, pelo menos, metade daquilo que a minha mae é para mim. penso muitas vezes na sorte que tenho com as pessoas que me "calharam" e com as pessoas que se cruzaram na minha vida. hoje, aos 39 anos, penso nisso tudo. 

e hoje colhi um limao no quintal do meu irmao, naquele momento, olhei para ele e achei que simbolizava a maternidade. nao colhi flores e ninguem me ofereceu tulipas brancas (sorriso maroto)

13.10.14

9 anos azuis turquesa


esta fotografia nao é nova, ja apareceu uma vez aqui no blog. mas gosto muito dela. e como quem veste uma fatiota especial para o dia de aniversario eu visto esta fotografia ao blog hoje. assenta-lhe bem esta cor. esta recordaçao também. foi tirada no lago de tignes, num dia bonito em que subimos até la para fazermos um pic-nic. havia flores cor-de-rosa à volta do lago e o sol batia na agua fazendo-a brilhar. foi aqui, na saboia, haute tarentaise, que nasceu o azul turquesa. mais precisamente na estância de esqui de val d'isère, numa tarde cinzenta, no sofa. registei a minha vida dos alpes durante 8 anos e continuo a regista-la em lisboa, 9 anos depois. aconteceram tantas coisas neste tempo… e este blog que é como um diario (mesmo nao escrevendo todos os dias) que me permite nao perder o fio à meada.

como todos os anos, queria dizer, a todos os que continuam a visitar-me, aos fieis e às caras novas, que gosto da vossa companhia e espero que vocês continuem a gostar de passar por aqui, mesmo que num registo um pouco diferente, agora. 

23.8.14

6 anos


foi ha 6 anos atras, estavamos em tras-os-montes. o jardim de casa estava em alvoroço. a noiva estava serena. foi um dia lindo, a festa que queriamos com a familia e com os amigos para festejarmos o nosso amor. estes sao os bonecos do bolo, assim que se aproximam um iman fa-los da um beijo. o proust este na mesa connosco, embora nao tenhamos comido madalenas (a fotografia do telefone é ma, nao deixa ler o texto).
e agora estamos preparados para ir ao casamento dela.
love is in the air

22.3.14

38


tulipas, da minha mae, a trazerem cor aos 38. um poema afixado na parede, que é o mesmo que escolhi no dia da poesia. porque além de alexandre o'neill ter encontrado palavas bonitas faz hoje 2 meses que a sidonie ja ca nao esta. e sem querer, para além do poema na parede, almoçamos no le chat. depois, bebemos um gin no topo de um hotel, de frente para a cidade imensa e com o monsanto à direita; mais tarde encontro para uma ginja no camoes e pusemo-nos a caminho do tasco de sempre, disseram-me eles. eles sao (quase todos) os meus amigos de sempre: o j., a jt, a p., o pl, a r., o n., o z., a mushroomdeluxe, o r., o almanaque

gosto tanto quando nos encontramos todos à mesma mesa…

13.10.13

hoje festeja-se



8 anos de azul turquesa.

e quero dizer que gosto muito que continuem a passar por aqui, comigo agora mais perto do mar e longe das montanhas.

desafio-vos a deixarem uma palavra que associem ao blog azul turquesa e que vos faça passar por ca!

23.3.13

um almoço azul turquesa



o dia de ontem foi calmo. trabalho de manha, almoço com uma amiga de lisboa no "nosso" restaurante da vila, cheio de perfumes e sabores de outros continentes. um prato de chamuças e rolinhos, um sumo de frutas naturais numa  esplanada com as cadeiras de todas cores. depois veio o almoço, a sobremesa e nos conversavamos nesta primeira tarde de sol e de ar morno que nos deixou de manga curta. mais tarde regressei a casa para uma tarde so para mim. vi o filme "camille redouble" que ja queria ver ha imenso tempo. o n. chegou ao inicio da noite com um ramo de flores, fizemos um jantar simples e assim começou o meu primeiro dia a caminho dos 38. para a semana comemoramos "a sério". vêm visitas a caminho, do pais do lado ♥

obrigada pelos vossos parabéns, beijos e palavras simpaticas no post anterior. gosto tanto de ter-vos por aqui

22.3.13

37


ha um ano atras eu dizia que gostava de numeros pares. este ano, por força da matematica, do tempo e da vida, calha um numéro impar. à primeira vista nao gosto do 7, contudo adorei os meus 17 anos e alias, nao fossem os cabelos brancos a despertarem por todos os lados, nao sinto que mudei muito desde entao.

mas, este, vai ser um ano de mudança e, o que eu quero mesmo é ser feliz e que as minhas decisoes doidas, que tantas vezes me surpreendem a mim mesma, me tragam frutos. frutos doces. e ja agora que 37 me prove que pode ser um numero bonito.

13.10.12

7 anos azuis turquesa


é isso, ha 7 anos atras senhorita j. veio viver para os alpes e abriu esta baquinha para ir contando os seus dias a 2000 km de distância de lisboa. o ano passado fomos festejar isto a paris (mentira, foi um acaso) e este ano senhorita j. fica pelos alpes, mas em preparaçoes para um dia destes voar até lisboa.

obrigada por passarem por aqui e por me fazerem companhia! 

25.6.12

era uma vez uma rapariga de lisboa que foi viver para os alpes



era uma vez um rapaz que vivia no sul de frança. um rapaz apaixonado pela natureza, pelas montanhas brancas dos alpes e pelo mar das praias do sudoeste. um dia esse rapaz decidiu ir viver para lisboa e conheceu uma rapariga por quem se apaixonou. passaram meses e essa rapariga também se apaixonou por ele. um dia, ele cansou-se da cidade e vivia com saudades da vida nas montanhas. entao essa rapariga, que nunca tinha vivido longe da cidade, propôs-lhe irem passar 6 meses aos alpes para ele lhe mostrar o esplendor da natureza. mas durante esse tempo, a rapariga teve muitas saudades de lisboa e o rapaz estava feliz nos alpes. entao, ao fim desses meses, acharam melhor cada um seguir o seu caminho. os meses foram foi passando e os dias longe eram dificeis mas o tempo, embora nao tenha apagado a historia, arrumou-a a um canto. o rapaz viajou por outros paises e a rapariga ficou sempre na cidade. tempos mais tarde, chegou uma carta inesperada a casa da rapariga. o rapaz ia voltar a lisboa e queria falar com ela. entao encontraram-se por baixo das arcadas do terreiro do paço, abraçaram-se, conversaram e despediram-se. mas nessa semana o rapaz telefonou muitas vezes à rapariga e disse-lhe que tinha tido muitas saudades dela. a rapariga ouvia sem saber o que dizer. até que um dia o rapaz pediu à rapariga para voltar com ele para as montanhas dos alpes. a rapariga ficou surpreendida com este pedido e disse que tinha que pensar. convocou as suas melhores amigas para a ajudarem a tomar esta decisao. passou noites na cama a olhar para os furinhos dos estores que se desenhavam do tecto do quarto. quando fechava os olhos virava-se para um lado e depois para o outro. pensava que tinha um trabalho que gostava muito, que adorava a familia, que tinha os amigos todos ali, que estava a terminar um curso que gostava muito e que depois deveria fazer um estagio de 3 meses. na verdade, esta rapariga adorava a vida que tinha, excepto num ponto: ela também tinha muitas saudades do rapaz. entao a rapariga pousou os pensamentos todos na balança, equilibrou com pesos do presente e do futuro, com objectividade e subjectividade, com decisoes e soluçoes e disse ao rapaz que aceitava, mas apenas no ano seguinte. e assim foi,a rapariga pousou as bagagens no carro do rapaz e disse adeus a lisboa. quando chegou às montanhas era dia 25 de junho de 2005. faz hoje 7 anos.

28.3.12

parabéns r.



não é daqueles de pijama, mas nao deixa de ser um burro... e assim, à hora do almoço, como se ele soubesse que hoje é dia 28 de março, posou para a fotografia entre duas dentadas nas primeiras ervas... a coincidência fez-me procurar um mail que me tinhas enviado ha alguns anos (em 2006) e que ainda hoje me fez rir até às lagrimas, pela historia e por seres mesmo tu a contar desta maneira!

"passei uns dias em tomar com os meus pais e, para espanto meu, o meu irmão comprou um burro que deve pensar que não é burro mas cão: responde pelo nome e faz "matilha" com os outros cães . tem também outra particularidade - zurra de noite sempre à mesma hora. por volta das 22:00. a essa hora é necessário ir à varanda e gritar bem alto :" então tico!! o que é isso pá!", depois cala-se e julgo que se deita a dormir.

26.3.12

presentes

os presentes de aniversario ca de casa sao oferecidos com imenso mistério. na quinta-feira passada, so à hora do café é que tive direito a um embrulhinho. o n. veio com um pacote pequenino da eclipse que continha um par de brincos da minha loja preferida ca do sitio. um par de brincos novos para acrescentar à minha colecçao é sempre um regalo. enquanto eu fui para a frente do espelho da casa de banho experimenta-los, ouvi-o a mexer numas coisas no quarto e, quando cheguei à sala, em cima da mesa, em frente ao lugar onde estava sentada, estava um pacote grande, embrulhado com um papel antigo que andava aqui por casa. fiquei surpreendida e quando lhe peguei e vi que era pesado, senti um calor subir por mim acima. eu andava a dizer ha ja um mês que este ano se me pedissem ideias para um presente de aniversario (para além uma malita da oxford bag company) eu diria "uma vaquinha" para comprar um computador. mas uma vaquinha é uma vaquinha. nos meus sonhos longinquos, no dia em que deixasse de ser funcionaria publica, pensava na possibilidade de ter um mac, mas isso era mesmo nos meus sonhos mais longinquos. entao comecei a abrir o presente devagar, tirei a fita cola dos lados e depois espreitei por entre o papel e, de repente, vi a maça. nao vi a minha cara, mas senti-me a ferver e explodi num riso de lagrimas de contentamento e emoção (muito obrigada aos três <3 <3 <3)

desde entao, nao tenho vida para além do computador (a nao ser o almoço com amigos ontem à tarde) e é como se tudo (que nao é grande coisa) que eu soubesse sobre informatica nao interessasse nada. passo os dias a clicar aqui e ali e a chatear os meus amigos que têm um mac ha séculos a perguntar como e onde é que se faz isto.

ha coisas materiais que nos podem fazer felizes. eu estou feliz. passei de um computador portatil de 7kg, que arfava mal se ligava, que nao estava aceso mais de 1h e que se desligava assim de repente, a ferver, sem avisar ninguém, a esta pérola misteriosa onde ainda nem sequer sei mudar o nome às fotografias e onde demorei 3h ontem à noite para instalar um programa que me permitisse ver videos no youtube. os próximos dias prometem ser sentados na mesa da sala, de frente para as montanhas a clicar!

e ainda houve mais presentes, uns fotografaveis (post mais tarde) e outros maravilhosos que dao asas maiores a esta joaninha para voar até lisboa e poder ficar por la mais tempo!

<3

24.3.12

ha postais e postais

ha os postais classicos, em papel cartonado, ha os postais electronicos, ha postais que trazem imensas novidades e postais com meia duzia de palavras a contar novidades, postais que adivinhamos que vão chegar e outros surpresa... este foi absolutamente inesperado...


e trouxe com ele, outra vez, a memoria deste poema:

(...)"e nunca me disseram o nome daquele oceano
esperei sentada à porta... dantes escrevia cartas
punha-me a olhar a risca do mar ao fundo da rua
assim envelheci... acreditando que algum homem ao passar
se espantasse com a minha solidão(...)

obrigada r.!

22.3.12

36



a manhã começou a espreguiçar. que luz bonita a entrar pela janela do quarto. a sidonie salta para cima da cama e ronrona. na sala as tulipas abriram, são magnificas. tomo banho, visto-me e ponho um perfume fresco. sento-me com uma taça de café em frente à janela, contemplativa... 36 é um numero par, gosto de numeros pares.

13.10.11

6 anos azuis turquesa


o azul turquesa faz hoje 6 anos... tantos anos quantos aqueles em que vim viver para as montanhas dos alpes... tudo começou aqui, em val d'isère, numa tarde de outono. ao inicio eram apontamentos de um ou outro pensamento, uma ou outra imagem a registar... e depois fui-me afeiçoando cada vez mais a ele, fiz-lhe confidências de coisas boas, de coisas muito boas, de coisas menos boas e quase que se tornou um diario de bordo, longe do mar... com ele e com vocês sinto-me menos sozinha...


obrigada a todos os que passam por aqui! ♥
e agora, para festejar o dia, vou dar um passeio a paris e volto mais tarde...



le blog azul tuquesa (le blog turquoise) fête aujourd'hui 6 ans... 6 ans c'est aussi le nombre d'années que je vis ici, dans les montagnes perdues des alpes... tout a commencé à val d'isère, un après midi d'automne. au début j'ecrivais des petites notes, des pensées, je postais des images qui me plaisaient... et puis je me suis attaché à ce blog, je lui ai fait des confidences, des bonnes, des très bonnes, des moins bonnes et il est presque devenu un journal de bord, loin de la mèr... avec lui et avec vous je me sens moins seule...


merci à tous ceux qui, de temps en temps, viennent jeter un coup d'oeil de ce côté ♥


et maintenant, pour fêter ça, je vais juste faire un petit tour à paris, je reviens dans quelques jours...

23.8.11

3 an♥s et encore une histoire de pieds (34)


no começo foi assim, o dia foi assim, o primeiro ano foi assim, os dois anos foram assim e hoje são três anos.


o que me apetece dizer hoje foi o que ja disse aqui "... nunca acreditei na perfeição, mas há dias perfeitos ou momentos perfeitos... e fico à espera que este dia contagie muitos outros que por aí virão... "


26.3.11

conflans

para festejar os 35 regressamos a conflans, não no outono como tinhamos imaginado, mas num dia esplendoroso de primavera. a vila medieval estava deserta, reinava um silêncio ocioso. encontramos uma mesa na esplanada, ao sol, almoçamos e depois deambulamos pelas ruas de pavimento incerto, com a cabeça nas nuvéns a admirar o céu azul e os letreiros das lojas...