cela me rassure d'avoir la confirmation qu'il est des choses qui demeurent intactes * philippe besson

one of the secrets of a happy life is continuous small treats * iris murdoch

it's a relief sometimes to be able to talk without having to explain oneself, isn't it? * isobel crawley * downtown abbey

carpe diem. seize the day, boys. make your lives extraordinary * dead poets society

a luz que toca lisboa é uma luz que faz acender qualquer coisa dentro de nos * mia couto





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8.1.12

fins-de-semana curtos
















ha fins-de-semana que não chegam para tudo o que tenho vontade de fazer. este é um deles. dois dias e meio para ler, ver e apreciar tudo o que chegou pelo correio em dois dias é muito pouco. vou ali sofazar e ja venho!

5.7.09

as duas casas...




















foi num dia de esplanada com a p. que fiquei a saber que tinha saido um novo livro da ana teresa pereira (que estava previsto ter saido no ano passado)... comprei-o numa das ultimas tardes de férias... abri-o esta semana, mas não o folheei antes. "a casa das sombras" na primeira pagina fez-me pensar nos primeiros livros infantis, mas ha tantas casas de sombras nos livros dela... quando comecei a lê-lo, vi que se tratava do mesmo livro, com algumas revisões e alterações... e foi assim que eu e o n. passamos o serão a ler as duas edições em voz alta para ver as diferenças...

nesta segunda leitura não havia a cristina mas sim a rita, não havia o charlie mas o indy... mas continua a haver livros e bibliotecas, passagens secretas e personagens misteriosas e lanches especiais... e ha muitos lugares a fazerem lembrar umas férias na madeira ha uns anos... e ha o paul do mar...

28.1.09

duas surpresas


que nao podiam ir melhor uma com a outra… a descoberta do novo livro da ana teresa pereira “o verão selvagem dos teus olhos” no relampago

3.10.07

ontem de manhã, ao abrir a caixa do correio tinha lá esta surpresa (mais uma) do gi… a segunda parte do conto de verão da ana teresa pereira...

“era bom acordar de manhã e ver o sol entrar pelas portas envidraçadas ou a chuva a cair no jardim. fazer café, comer um pouco de pão da véspera e sair para a rua onde as pessoas começavam o dia...”

… e quando leio estas coisas sinto um conforto... e penso sempre numa passagem de um livro do philippe besson que li há uns tempos atrás
“cela me rassure d'avoir la confirmation qu'il est des choses qui demeurent intactes"

(… e também gosto muito das ilustrações do miguel rocha... fazem-me pensar no filme “the others”)

1.6.07

... porque este assunto é sempre notícia e porque somos muitos os entusiastas...

"quando atravessares o rio" é o novo livro de ana teresa pereira... enquanto esperamos pelo encontro de amanhã, às 18h30, na feira do livro e para os que ainda não têm o livro ficam alguns pormenores... ana teresa pereira à conversa com o jornal da madeira

4.4.07

ana teresa pereira em italiano...

... não podiam ter escolhido outra capa?

4.1.07

"os flocos caíam lentamente,
tornando o silêncio mais profundo (...) meu deus, está a nevar."












14.7.06

(...) "algumas imagens vivem connosco para sempre. podem ser imagens muito simples" (...)

histórias policiais (da introdução), ana teresa pereira, relógio d'água

mais, no contos exemplares

15.6.06

le voilà!

... quelles belles couleurs...


















as novelas "a noite dá-me um nome" e "a cidade fantasma" tiveram uma primeira publicação na editorial caminho em 1993, tendo sido revistas pela autora para esta edição"

10.6.06

saiu um novo livro da ana teresa pereira...

histórias policiais, relógio d'água














n? éne? éénee?

onde te enfiaste?

... desisto!

11.3.06

r., gostei muito desta síntese...

"gostei de "o mar de gelo" (...) o sobrenatural cede espaço ao real. agora as personagens vivem em cidades com nome, compram roupas e perfumes de marca, têm de ganhar a vida e até comem peixe!
tom está a perder forças... perdeu katie para um mortal."

12.2.06














comecei a fazer aquilo que eu e o n. (desaparecido misteriosamente, numa última mensagem estranha) tinhamos combinado há muito tempo, isto é, retirar todas as referências dos livros da ana teresa pereira... não sei se algum dia vou conseguir acabar...quando lemos um livro dela e chegamos ao fim reparamos que existem realmente muitas referências, mas quando pegamos num livro com esse objectivo, essas mesmas referências são mais do que pensámos... em todas as páginas... e depois continuamos a ler o livro e para além das referências literárias, cinematográficas, de pintura, descobrimos que existem novas categorias e que para todas elas é possível fazer subdivisões...

...e o pior é que não consigo parar de encontrar novas categorias...

2.2.06

naquele dia fui mesmo para junto da lareira ler "o mar de gelo". li o primeiro capítulo e pousei o livro. e acabei de lê-lo no dia seguinte, num contexto estranho. e talvez por isso, pela primeira vez senti que estava a ler um livro que já tinha lido muitas vezes... as mesmas frases... e disse-me que isso não era possível, que iria lê-lo outra vez noutro contexto.


e ao ler o mil folhas de 21 de janeiro encontrei as palavras do eduardo prado coelho

"há o risco de uma certa monotonia, mas cria-se o conforto dos reencontros, como quem todos os anos pelas férias regressa à mesma praia e aos pequenos bares que as rodeiam e às casas pequenas sobre a areia."

"o princípio do mundo. um anjo do princípio do mundo" (...) " em todos os livro há duas pessoas que estão ligadas... mas como já se conhecem há muito tempo (...) desde o princípio do mundo? - algo assim. - e eles encontram-se... - suponho que em todos os livros... eles se encontram de novo"

"é isso que redime a repetição: o que se repete é sempre a primeira vez e é como primeira vez irrepetível que se repete."

26.12.05