cela me rassure d'avoir la confirmation qu'il est des choses qui demeurent intactes * philippe besson

one of the secrets of a happy life is continuous small treats * iris murdoch

it's a relief sometimes to be able to talk without having to explain oneself, isn't it? * isobel crawley * downtown abbey

carpe diem. seize the day, boys. make your lives extraordinary * dead poets society

a luz que toca lisboa é uma luz que faz acender qualquer coisa dentro de nos * mia couto





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13.6.15

nao sei onde tenho andado


para estar tao desaparecida do azul turquesa, mas tenho feito coisas. tenho olhado muito para as arvores e sentido os cheiros da primavera e do mês de junho. é quase verao. o tempo voa.

sabado passado rumamos a sintra para a festa dos dois anos do meu trabalho. dois anos? tempo. tic-tac. tic-tac. tic-tac. o relogio nao para. dentro do cesto levei um casaco, um lenço e o pictionnary. regressei cedo. estava frio e o lugar nao era tao simpatico como o do ano anterior. 

21.10.13

sintra ♡


precisava tanto de um fim-de-semana cheio de imagens bonitas e havia tantas para apanhar. mas por causa do transito acabamos por deixar o carro estacionado e andamos a pé. de carro vamos mais depressa por sitios onde nao nos levam as pernas, pelo menos em tempo recorde. sinto-me tao bem aqui. perto de lisboa e no meio da natureza. deu para matar saudades dos alpes... so um bocadinho... nao olhem para mim a franzir o sobrolho, como o n., mas eu vi caminhos misteriosos na floresta, eu tirei fotografias às arvores a contraluz e com o céu em pano de fundo. mas afinal eu estava em portugal, bebi uma ginjinha de obidos em copo de chocolate, comi travesseiros e queijadas na piriquita, comprei chocolates em caixas de art nouveau para oferecer, bebi um café, rodeada de gatos na cafetaria da quinta da regaleira e vim para casa a sonhar que se calhar até podia viver num sitio assim, perto da cidade no meio da natureza e cheio de historias. mas isso, era no meu sonho.

17.2.12

day 16 store


porque não esta tempo para andar na rua a tirar fotografias e porque uns e outros fazem batota (tu sabes quem és ;)) eu também me senti nesse direito. e veio mesmo a calhar, acabo de descobrir, através da silvia silva, uma loja que vai abrir em breve, em sintra, chama-se « antiga drogaria » e embora ainda não tenha entrado la dentro tenho a certeza que vou adorar. a fotografia foi retirada do facebook deles




aproveito este post para fazer uma referência ao novo projecto da silvia. ja temos quem nos mude a casa, quem nos mude o visual, agora as nossas paginas também podem ter uma nova cara. espreitem o quarto de mudança "é um espaço onde um site/blog/loja se podem tornar um pouco mais nossos. oferecendo um conjunto de serviços que vão desde a mudança mais simples a uma criação de raiz, queremos fazer com que as pessoas do outro lado do ecrã se sintam em casa cada vez que abrem as suas páginas."

23.11.10

sintra

a manhã começou azul. enquanto espero por ela ouço as conversas dos comerciantes que vêm beber o café matinal. ela chega, bebe também um café e dai seguimos para sintra como combinado de véspera. pela IC19 abaixo vamos conversando de tudo e de nada, como se estivessemos sempre ali as duas, como se eu vivesse ali o tempo todo e provando que a distância, às vezes, não importa nada. chegamos a sintra e o smart ja quer parar para ver aquele pequeno mercado de antiguidades à imagem da vila.

estacionamos e passeamos vagarosamente pelas bancas cheias de preciosidades. candeeiros, torneiras, fechaduras, loiças garrafas, moveis. paramos na banca de uma senhora que vende escovas com pegas feitas por ela, em estanho. não resisto ao trabalhado e faço a minha primeira compra. continuamos a deslizar, temos tempo, deslumbradas com aqueles objectos que imaginamos perfeitamente nas casas e palacetes que nos rodeiam. volto a parar numa banca com um magnifico prato. pergunto quanto custa e o sr. responde-me que me vende o prato e o jarro por 150€. se os tivesse tinha-lhos dado. é raro ter paixões assim. damos a volta e vamos embora, queremos descobrir o café saudade.















o percurso até o encontrarmos é feito de clics. é uma manhã maravilhosa, as casas são tão bonitas, a vila tão fresca. encontramos o café damos a volta por dentro enquanto descobrimos as diversas salas e sentamo-nos la fora a desfrutar. regressamos ao carro, com multa no para brisas. para nos o tempo parou sem que tenhamos dado por isso. procuramos um restaurante para almoçar e ao fundo de uma ruela vemos um indiano. não é o que imaginamos, mas não hesitamos. mais uma esplanada com sabor a chicken tikka masala. o céu começa a mudar de cor e relembra-nos por que razão estamos ali.


direcção à quinta da regaleira, com o céu carregado e cinzento, o tempo humido e vamos subindo por ali, de mapa na mão cruzando gatos e tirando fotografias. quando olhamos para o relogio esta a anoitecer, damo-nos conta que de acordo com o horario oficial a quinta vai fechar. regressamos a casa, com passagem pelo supermercado. uma garrafa de vinho e bebemos o aperitivo enquanto conversamos disto e daquilo... como se tivessemos sempre estado ali...

...dias perfeitos