cela me rassure d'avoir la confirmation qu'il est des choses qui demeurent intactes * philippe besson

one of the secrets of a happy life is continuous small treats * iris murdoch

it's a relief sometimes to be able to talk without having to explain oneself, isn't it? * isobel crawley * downtown abbey

carpe diem. seize the day, boys. make your lives extraordinary * dead poets society

a luz que toca lisboa é uma luz que faz acender qualquer coisa dentro de nos * mia couto





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9.5.15

eu sou o nepal

o PQ é um dos melhores amigos do meu irmao. conheceram-se na escola quando tinham 3 anos e foram fazendo o percurso escolar juntos até que o caminho deles se separou. mas ficaram amigos para além da escola. para sempre. o PQ gosta de viajar e anda muitas vezes de mochila às costas a percorrer o mundo, ora para visitar, ora para trabalhar, ora para ajudar. é o que esta a acontecer neste momento no nepal. quando sucedeu o sismo ele e o lourenço estavam la, dali a pouco tempo iam para o everest, mas os planos mudaram por força das circunstâncias. nos dias que se seguiram ao sismo andaram a ver como sair do nepal, mas a generosidade deles fez com que ficassem ali a ajudar quem precisasse. tinham algum dinheiro e foram comprando comida para oferecer às pessoas. ao mesmo tempo começaram a fazer um diario de bordo onde relatavam (e relatam ainda) os dias deles no nepal. a historia deles foi-se tornando conhecida pelas redes sociais, depois nos media e hoje anda a correr a imprensa de outros paises. a ajuda deles esta a ser muito importante e através de um apelo que fizeram no facebook ja conseguiram reunir uma quantia importante de dinheiro para ajudar as pessoas naquilo que precisam. diz que sao embaixadores de portugal. 
dois coraçoes grandes podem tornar um pais grandioso.


… a palavra poder é tao relativa… do nome ao verbo a distância é grande. quem tem na mao o nome nao se sabe servir do verbo e quem se serve do verbo devia ter a honra do nome.

20.7.14

5 meses depois



a ultima vez que nos tinhamos encontrado foi na noite de s. valentim. foi uma noite de chuva e de conversas em que o cupido tomou conta do assunto. falamos muito de amor, de livros, de poesia, de tudo e de nada. 
e ela voltou do algarve no fim de semana passado. o tempo era outro e combinamos no quiosque do camoes às 20h. o autocarro deixou-nos quase "à porta" e arranjamos uma mesa para nos sentarmos. desta vez eramos 4 porque o n. ja ca esta em lisboa. o v. chegou pouco depois. ola ola, conversa inicial, ainda tivemos tempo de falar das condiçoes de trabalho no pais, na vergonha dos recibos verdes e, de repente, como o segredo que ele nos revelou no dia 14 de fevereiro de 2014 era agora também o nosso segredo, ja desvendado, e como foi o segredo da p. ha 3 anos atras, a tematica apoderou-se imediatamente da mesa… ou deverei dizer da noite. verdade. passamos o tempo praticamente todo a falar de filhos, de como sera, de como faremos, do que achamos que vai ser (ha 4 meses teria achado esta noite uma grande seca). fomos ao restaurante de ha 15 anos atras e quando saimos perguntamo-nos "onde é que vamos?" e respondemos, "se calhar para casa". e foi assim que tive o primeiro sentimento de que a minha vida ia mesmo mudar… alias, que ja estava a mudar e perguntei-me se algum dia me voltaria a apetecer beber copos à chuva por debaixo de um chapeu de chuva minusculo, se me voltaria a apetecer percorrer a cidade à noite e entrar em cada bar de porta aberta (ou fechada), se voltaria a descer as escadarias de lisboa a correr e a rir. da mesma forma que aos 2 meses so me apetecia dormir e estar deitada e nao tinha vontade de me mexer  para coisíssima nenhuma me perguntei de algum dia me apeteceria voltar a ser eu e a ter vontade de fazer coisas. a verdade é que me apeteceu voltar a ser eu. tudo controlado.
agora vao começar outro tipo de saidas e de encontros. os lugares vao mudar, os jantares serao, se calhar, em casa, com os amigos, as tardes serao em jardins com parques e escorregas e sombras e mesas de pique-niques, deixarei de sair com as maos a abanar e uma malita a tioracolo, para começar a olhar para tudo e todos com um olho pratico, carrinhos e ovos nas maos e nos braços, malita ainda a tiracolo, sim, mas malona ao ombro. vou ter horas para tudo e, como a maioria das pessoas, vou viver muito bem com isso (cof), e vou saber desenrascar-me e aprender e a gostar de viver assim até tudo me parecer natural. ou nao é assim?

18.5.14

quase verao




sábado trabalhei. cheguei a casa no mesmo momento em que ele regressava de tras-os-montes. um banho e jantar em casa de amigos. fomos para um sitio, que quase nao conheço, afastado do centro da cidada e perguntei-me se aquele lugar seria ainda lisboa. era. um bairro a fazer lembrar uma aldeia, mesmo aqui, na capital mais bonita do mundo. casinhas baixas, uma igreja amarela e branca à porta de casa, predios de azulejos, candeeiros antigos. mas sobretudo um jantar delicioso e cheio de cuidados feito pela n. e conversa boa. nestes dias em que saio porque ha coisas combinadas fico a pensar que me apetece fazer isto mais vezes.

… jantares de "quase" verao, em lisboa, têm luzes cor de laranja e sempre uma janela aberta com pessoas a conversar, a fumar e a rir...

15.2.14

o cupido na graça




passou pouco tempo e ela voltou a lisboa. eu sai do trabalho, nao resisti a esta bolacha tematica, na montra da pastelaria namur e pus-me a caminho de benfica.
era dia dos namorados e, embora todos comprometidos, fizemos um jantar de "solteiros",  de amigos que ja nao se viam ha algum tempo. direcçao: petiscos da tasca do sol. mais uma noite de metros cubicos de agua e de chapéus de chuva e no entanto apetecia-nos uma bebida fresca. fomos para o gin. conversamos enquanto eles jantavam um ensopado de borrego e, quando eles puseram maos ao trabalho, nos sentamo-nos à mesa. ele chegou pouco tempo depois. mais um gin. conversamos das novidades mais recentes, das coisas que deixaram de existir, daquilo que as coisas ja nao sao. os petiscos vieram para a mesa. o vinho também. o tempo presente também. falamos de tudo e de nada: de trabalho, de pais, de livros, de amigos, de amor. e como o dia era de s. valentim o tema tomou conta da mesa, desmultiplicou-se e deu conversa para toda a noite. cigarros debaixo de um chapéu de chuva minusculo, copos de vinho na mao, la fora, la dentro. mais um jarro em cima da mesa. o amor e a poesia, o amor e o dia-a-dia, os fantasmas do amor, o tempo do amor, o amor com uma grelha de requisitos, o amor sem filtros. viver com o amor. viver sem um amor.
noites boas de conversa, de risos e de segredos bonitos. 4 beijos, três sorrisos grandes e a promessa de um fim-de-semana juntos no porto.

táxi! 

17.6.13

comporta


fomos porque a r. fazia anos. 
de ontem o que posso dizer é que talvez tenha sido o dia mais bonito desde que chegamos a lisboa. por tudo. pelos amigos, pelo belissimo sitio, pelos campos de arroz, pela maravilhosa praia, pelas conversas na areia, pelas gargalhadas, pelos petiscos, pela "fotografia petits mouchoirs" pelo barco, pelo céu, pelas cores... porque num dia assim, depois tudo nos parece bonito...

6.1.13

tchim tchim



tivemos tempo de vir a casa para um banho, aperitivo, dois dedos de conversa e voltamos a descer para um jantar de ultima noite num dos restaurantes mais simpaticos da vila.  restaurante francês com um toque português. ficamos sentados por baixo das ceroulas e da raposa empalhada. o refuge é quase um museu, tem tanta coisa a decorar o espaço... todo o tipo de coisas relacionadas com a vida na montanha. para nos receberem, como sempre, serviram-nos um kir de cassis para brindarmos a esta semana fantastica, cheia de sol. uns pediram especialidades regionais (queijo, queijo, queijo) outros escolheram carnes. o que sobressaiu dos pratos nesta noite foi o maravilhoso molho de cogumelos e a carne de cabrito montês. uma garrafa de vinho, risos, fotografias e regressamos a casa para um caminho que pareceu uma fabula. como se todos os animais embalsamados do restaurante tivessem ganho vida deixando-se ver a cada curva, mostrando os olhos no escuro, correndo à frente do carro. dois bambis pequeninos de rabiosque fôfinho, bambis femeas, veados com galhadas majestosas, raposas a subirem na neve. que historia linda!

um vinho quente no café boch




ontem foi o ultimo dia de esqui deles e como acabaram mais cedo fomos beber um vinho quente ao café boch ou café de la paix. quando se entra neste lugar cheira a vinho, as pessoas estao praticamente todas ao balcao, falam alto. mas este café, para mim é um lugar magico. gostava muito de tirar fotografias bonitas a este sitio. gosto dos bancos e das cadeiras em pele, gosto dos cortinados que descem a partir do meio das janelas com vidros grandes a deixarem ver as montanhas cobertas de neve, gosto das fotografias a preto e branco na parte de cima do bar, gosto do quadro grande na parede, gosto de estar no interior e de ler as letras, ao contrario, que dizem o nome do café, iluminadas pelo candeeiro da rua. gosto do cabide para os casacos, gosto do gato que se passeia sempre la dentro e vem sentar-se ao nosso lado ou em cima de nos. e o vinho quente que bebemos ontem ali soube-me pela vida. um lugar bonito, uma bebida para nos aquecer o dia e a alma em maravilhosa companhia. é tao bom ter-vos aqui!

21.12.12

logo eu...


que não morro de amores por aves, fui apaixonar-me por um ganso...
são lindos os novos lenços das feras e da bainha de copas (♥ ♥ e um suspiro)

27.9.12

fera uma vez...



nao tenho muitos amigos, mas os que tenho estao guardados no fundo do meu coraçao. gosto deles por aquilo que sao, antes de tudo, mas também por aquilo que fazem e fico orgulhosa e de pelos dos braços levantados quando os projectos deles se realizam e quando, ainda por cima, sao bonitos e valem mesmo a pena.

fera uma vez... a bainha e o estudio fera estao a rugir e a tecê-las

este é o mais recente projecto do pl e da sofia "a meias" (mas sobretudo vestidos) com a bainha de copas, cuja pagina do facebook namoro muitas vezes e tenho impressao que,  em breve, vou derreter-me por uma das malitas alusivas à minha inicial. desde que trabalha com o estudio fera, a bainha de copas foi dar um passeio à selva e de la trouxe vestidos com padroes lindos... bem, ainda nao trouxe, porque ficou por la uns dias a tirar fotografias e a fazer filmes... um filme por dia: um, dois, três (no total sao seis)

vale mesmo a pena espreitar (e gostar) a pagina do estudio fera e da bainha de copas

3.9.12

amigos nos alpes











e eles vieram mesmo. foi tao bom vê-los chegar à mediateca quando so costumo vê-los em lisboa. era uma sexta-feira em que eu saia mais cedo e subimos até casa. o fim-de-semana prometia frio e fomos pôr a conversa em dia ao calor dos radiadores a funcionarem no dia 31 de agosto. acordamos no dia seguinte para um passeio 100% natureza porque a época alta, por estes lados, ja acabou e com ela fecharam as lojas e acabaram todas as animaçoes possiveis... todas menos uma, o museu da fauna e da flora que so tinha mais dois dias de vida. ja tinha tentado la ir, mas estava fechado e fomos la espreitar antes de ele fechar definitivamente. a visita aos "empalhados", como ficaram baptizados, foi muito divertida. um museu com cheiro a mofo e muito kitsch fez-nos tirar fotos pirosissimas e estar perto dos animais que normalmente vemos de forma fugidia. dai iamos a val d'isere, mas os paineis que anunciam a neve no inverno estavam ligados e diziam que um pouco mais acima ja nevava. subimos no meio de dezenas de curvas até encontrarmos a paisagem branca, saimos do carro e ficamos ali numa batalha de bolas de neve, que surpreendiam o verao. descemos e fomos parando muitas vezes para tirar fotografias, juntos e à paisagem. de val d'isere subimos a tignes e passeamos ali à volta do lago. o frio acentuava-se e pedia um lanche na unica padaria aberta. mais tarde regressavamos a casa para uma deliciosa massa com pesto, a especilidade do n.

no dia seguinte um raio de sol espreitava e enchemos os cestos de pique-nique com petiscos para uma tarde em italia, à beira do lago, numa maravilhosa relva resplancedente. descemos à vila, la thuile, para umas compras de especilidades italianas e o melhor chocolate quente que alguma vez provamos. o verdadeiro chocolate quente. doce fim-de-semana, cheio de imagens bonitas e conversas em dia que, como dizia o n., foram de proust ao sexo e a cidade.


16.7.12

lausanne



cinco horas mais tarde chegamos a lausanne para abraçar a pat. e o n. que nos reservaram um delicioso almoço regado de um rose portugues e muitos dedos de conversa. saimos para ir espreitar a cidade, passeamos e esplanamos com musica ao vivo. falamos português, mas sobretudo conversamos muito. volto a sentir esta sensaçao que tenho quando passamos dias inteiros a conversar com amigos, que é tao bom trocar ideias e, agora, vivências de quem mora num novo pais e as diferenças com a vida de antes, os novos habitos, a procurar do prazer em fazer coisas novas e conhecer pessoas a partir dos 30 etc. etc. dois dias inteiros a conversar e a pensar em como nos faz tanta falta estar assim proximos das nossas pessoas. foi chegar no sabado e voltar no domingo, mas o facto de sairmos do nosso ritmo de vida e do nosso espaço geografico fez-nos parecer que fomos de férias. na verdade os dois dias passaram a correr. deixamos lausanne com a promessa de um fim-de-semana prolongado em paris, a quatro, e outros quantos fins-de-semana aqui e la.

♡♥

13.2.12

presentes de lausanne


a pat. veio passar o fim-de-semana aos alpes e trouxe presentes. para além de alguns mimos que trouxe de lausanne, para matarem as saudades à mesa, ofereceu-me duas caixas para guardar os brincos e um pacote de maravilhosos macarons laduré. o verde é o especial incroyable.

o dia foi de passeata conversa, almoço, passeios ao frio e de doces na cozinha. é tão bom ter os amigos aqui perto!

27.11.11

presentes de liverpool * des cadeaux de liverpool



depois dos primeiros amigos se terem ido embora e depois de termos ido a paris voltamos a ter visitas. este ano é preenchido e eu gosto disso. foi uma amiga dos tempos do liceu, ja não nos viamos ha talvez 15 anos. em maio, quando fui a lisboa, combinamos um café de manhã, em benfica, e foi como se tempo não tivesse passado. foi bom tê-la aqui, é uma pessoa cheia de energia positiva. trouxe-me dois presentes da cidade dos beatles e que também é a cidade dos morangos, uma carteira linda e um saco de compras para andar sempre na mala... i loved it...


après le départ des premiers amis et après notre retour de paris nous avons eu à nouveau des visites. c'est une année remplie et j'aime bien ça. une amie du lycée est venu, cela faisait 15 ans qu'on ne s'était pas vu et quand je suis parti en vacances à lisbonne au mois de juin nous nous sommes données rendez-vous et avons bu un café ensemble à benfica. c'est comme si le temps s'était arreté. c'était super qu'elle soit venu, c'est quelqu'un avec plein de bonnes énergies. elle m'a apporté deux cadeaux de la ville des beatles qui est aussi la ville des fraises, une très jolie pochette et un sac pour les courses qu'on peut garder dans notre propre sac... i loved it...

5.10.11

amigos

ha meses em que nada acontece, dias a fio que se parecem incrivelmente uns com os outros. a vila morre quando acaba o verão enquanto nas grandes cidades é época de renascer. trabalho e casa, de vez em quando com um passeio pela grande rua, pelas poucas lojas e pelo supermercado para ver outras coisas. raramente ha meses como este em que os amigos e as viagens se sucedem. esta semana bordeus veio aos alpes, depois os alpes irão a paris. mais tarde liverpool vem aos alpes e pouco depois os alpes vão a lisboa... é tão bom ter amigos em casa, quebrar esta rotina dos dias, com conversas e novas presenças... falar de coisas adormecidas, trocar opiniões, perceber as diferenças que cada um tem na forma de ver as coisas, respeita-las, pensar sobre elas... coisas que me pareciam mais do que normais nos 29 anos que vivi em lisboa... os dias, os fins-de-semana, as conversas de café, os encontros à noite, conversas de tudo e de nada que hoje me parecem um previlégio... e penso na imensa solidão que é estar longe das pessoas de quem mais gostamos, com as quais vivemos, crescemos, aprendemos e nos construimos... hoje em dia conhecemos novas pessoas, mas não é facil estabelecer laços como os que se criavam quando eramos mais novos... talvez por sermos mais velhos... talvez por termos aprendido com os anos e nos entreguemos menos facilmente... talvez pelo facto do contexto e da mentalidade serem diferentes...

11.5.11

birth ♥


nesta fotografia eu devia ter três anos e tu um ano. claro que nesta altura nunca podiamos pensar na maternidade. fomos crescendo, tivemos irmãos e irmãs, gostavamos muito de brincar com bébés, aos pais e às mães... faziamos birras para ficarmos a domir em casa uma da outra, brincavamos às lojas na despensa da minha casa, com as caixas que as nossas mães iam guardando para termos uma mercearia bem abastecida. jogavamos basket no nacional, davamos mergulhos na piscina grande, encontravamo-nos ao fim de semana nas praias mais longiquas da costa da caparica, cantavamos e faziamos jogos nas festas de anos, davamos cursos de luta aos nossos irmãos, iamos às piscinas de escorregas, no algarve, e tu descias, sem medo, a alta velocidade pelos escorregas mais dificeis, perante o meu ar aterrorizado, em terra, à espera que chegasses ca abaixo. e ontem tu foste mãe a sério e quando olho para esta nossa fotografia fico ainda mais enternecida de pensar que nos conhecemos ha uma vida e que hoje és tu que tens um ser pequenino, cor-de-rosa nos teus braços. és mãe. estamos crescidas. fico tão feliz...

parabéns, querida amiga!

11.12.10

... a noticia caiu assim no meu telemovel...



“amiga, i got the job... e chego no sabado”. portanto, hoje vem mais um bocadinho (grande) de portugal para perto de mim, aquecer-me o coração...

... e quem sabe aquilo que diziamos no outro dia, sem mais nem menos, esta mais perto de acontecer do que eu alguma vez pensei... passar o meu aniversario nos alpes com uma parte dos meus amigos...

imagem tirada daqui

17.10.10

sabado

novo sabado com amigos para almoçar... vieram e trouxeram um presente para a minha inicial... toda a gente acha muita graça quando explico que coccinelle é o meu nome mas em pequenino... mais uma joaninha a voar ca em casa...

16.7.07

é tempo de empacotar coisas, tarefa que é, em si mesma morosa, mas que se torna ainda mais dificil porque tenho que escolher as coisas indispensáveis e deixar as supérfluas... mas, para mim, tudo é essencial... sempre fui assim... "és um ferro velho", diz-me a minha mãe...
enquanto decido o que empacoto por uns meses e o que empacoto para desempacotar logo a seguir, não posso deixar de pensar na história de cada objecto... e quando me demoro a olhar para as coisas, apercebo-me de que tenho um bocadinho de todos vocês aqui...


tenho um objecto de todos os "amigos" do azul turquesa... ainda se lembram o que me ofereceram antes de eu vir para cá?

17.4.06

este blog está a tornar-se ...

...um blog de iniciais...


















às vezes tenho algumas dúvidas sobre essas iniciais...

... mas gosto disso...