eu sou assim, rapariga de doce/salgado, de novo/antigo, de cinzento/colorido e foi por isso que me apaixonei por esta casa onde, por incrivel que me pudesse parecer, mora gente... gente que decora as escadas que sobem à "torre" com vasinhos, com as mais variadas flores e cores... esta mistura de antigo, escuro com a graça e a frescura naturais das flores deixou-me sem palavras... sou uma rapariga tão facil de fazer feliz... às vezes basta a imagem de um lugar bonito para o dia ja ter valido a pena...
cela me rassure d'avoir la confirmation qu'il est des choses qui demeurent intactes * philippe besson
one of the secrets of a happy life is continuous small treats * iris murdoch
it's a relief sometimes to be able to talk without having to explain oneself, isn't it? * isobel crawley * downtown abbey
it's a relief sometimes to be able to talk without having to explain oneself, isn't it? * isobel crawley * downtown abbey
carpe diem. seize the day, boys. make your lives extraordinary * dead poets society
a luz que toca lisboa é uma luz que faz acender qualquer coisa dentro de nos * mia couto
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16.9.11
contrastes
eu sou assim, rapariga de doce/salgado, de novo/antigo, de cinzento/colorido e foi por isso que me apaixonei por esta casa onde, por incrivel que me pudesse parecer, mora gente... gente que decora as escadas que sobem à "torre" com vasinhos, com as mais variadas flores e cores... esta mistura de antigo, escuro com a graça e a frescura naturais das flores deixou-me sem palavras... sou uma rapariga tão facil de fazer feliz... às vezes basta a imagem de um lugar bonito para o dia ja ter valido a pena...
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13.9.11
sonhos no fundo da gaveta

esta segunda-feira regressamos a conflans... queriamos esplanar na praça principal e observar as pessoas, mas fora da época alta não ha um unico café ou restaurante abertos depois das 14h. desiludidos, demos uma volta pela praça... duas pessoas restauravam uma peça de madeira em frente a um atelier e eu fui dando uma vista de olhos nas lojas (quase todas) fechadas. a loja dos quadros de herbarios estava aberta, mas não se via ninguém la dentro. ao lado, a escola de musica, de porta fechada, com uma mesa e uma cadeira singelas num compartimento tão pequeno que me deixou com duvidas que as aulas de musica fossem mesmo ali. e um pouco mais à frente, uma editora... uma "loja" para uma editora, com um letreiro medieval em ferro forjado... fico a pensar que o meu sonho era ter uma livraria pequena assim, numa aldeia pequena também, fora do tempo, onde viessem leitores interessados e onde se conversasse sobre livros, sobre a paixão pelos livros, pelos escritores, pelo papel... fico ali 5 minutos parada a sorrir a pensar que essa é a minha maior aspiração profissional (e de alguma forma pessoal) e que raramente pensei nisso a sério... nunca, em momento algum, me passou pela cabeça concretizar essa vontade, esse prazer, encontrar uma aldeia bonita, com caracteristicas semelhantes a esta, com um espaço não muito grande que se tornasse uma livraria familiar, com bom gosto. é esse o meu sonho... mas é tão pouco provavel que aconteça que esta arrumado no fundo da gaveta, por baixo de um monte de papeis e outra cangalhada que até me esqueço que ele existe...
26.3.11
conflans
para festejar os 35 regressamos a conflans, não no outono como tinhamos imaginado, mas num dia esplendoroso de primavera. a vila medieval estava deserta, reinava um silêncio ocioso. encontramos uma mesa na esplanada, ao sol, almoçamos e depois deambulamos pelas ruas de pavimento incerto, com a cabeça nas nuvéns a admirar o céu azul e os letreiros das lojas...




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25.7.10
cité médiévale

chama-se conflans, cité médiévale. ha ja imenso tempo que queriamos vir até aqui e 5 anos depois ca estamos. eu gostei imenso desta pequena aldeia medieval, encantada. podia ser mais misteriosa de afinal não fosse tão turistica e ainda por cima neste sabado havia um casamento, mas temos que ter os olhos certos para olhar para este lugar. prometemos que voltariamos num dia de outono cinzento e com a bateria da maquina fotografica carregada.
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