cela me rassure d'avoir la confirmation qu'il est des choses qui demeurent intactes * philippe besson

one of the secrets of a happy life is continuous small treats * iris murdoch

it's a relief sometimes to be able to talk without having to explain oneself, isn't it? * isobel crawley * downtown abbey

carpe diem. seize the day, boys. make your lives extraordinary * dead poets society

a luz que toca lisboa é uma luz que faz acender qualquer coisa dentro de nos * mia couto





13.10.13

hoje festeja-se



8 anos de azul turquesa.

e quero dizer que gosto muito que continuem a passar por aqui, comigo agora mais perto do mar e longe das montanhas.

desafio-vos a deixarem uma palavra que associem ao blog azul turquesa e que vos faça passar por ca!

8 comentários:

Rachelet disse...

Não é uma palavra, mas uma sensação: este é um blogue "feel good". Faz-me sentir mais leve e, de ti, diz que és uma pessoa solar e boa-onda.

isabel disse...

simples.doce.sereno.com luz própria. azul turquesa.
parabéns

Judy disse...

Inspirador.

Parabéns J. pelos 8 anos e que venham muitos mais para festejar.

luisa disse...

Serenidade.
Parabéns. :)

Scarlet Red disse...

8 anos?! És um blogodinossauro! :D
Doçura, é a minha palavra ♥

Carla Marina disse...

Tranquilidade.

Parabéns ;)

Cristina Basílio disse...

A minha é boa energia!!
Gosto da tua candura, Gosto dos teus detalhes, dos perfumes que nos trazes de diferentes lugares. És uma joaninha mágica. Obrigada.

Deixo-te o meu presente:

"Se quiseres fazer azul,
pega num pedaço de céu e mete-o numa panela grande,
que possas levar ao lume do horizonte;
depois mexe o azul com um resto de vermelho da madrugada,
até que ele se desfaça;
despeja tudo num bacio bem limpo,
para que nada reste das impurezas da tarde.
Por fim, peneira um resto de ouro da areiado meio-dia,
até que a cor pegue ao fundo de metal.
Se quiseres, para que as cores se não desprendam com o tempo,
deita no líquido um caroço de pêssego queimado.
Vê-lo-ás desfazer-se, sem deixar sinais de que alguma vez ali o puseste;
e nem o negro da cinza deixará um resto de ocre na superfície dourada.
Podes, então, levantar a cor até à altura dos olhos,
e compará-la com o azul autêntico.
Ambas as cores te parecerão semelhantes,
sem que possas distinguir entre uma e outra.
Assim o fiz – eu, Abraão ben Judá Ibn Haim,iluminador de Loulé – e deixei a receita a quem quiser
algum dia, imitar o céu.

Nuno Júdice

Ana Fernandes disse...

Parabéns atrasados!! continuação de muitas e boas partilhas, que não associo a uma palavras mas a um sentimento, sensação de viajar por o olhar de uma outra vida. Tudo de bom!!