... não compro uma pasta para a escola... então, nesse caso, talvez possa comprar uma mala nova para a rentrée...e estas são lindas...
… já tinha saudades de viver num prédio. há vantagens e inconvenientes. sabemos sempre quando é que as pessoas estão em limpezas, a que horas saem para trabalhar, a que horas regressam, o que fazem para o jantar, que música ouvem, às vezes até o que dizem... mas ao mesmo tempo é reconfortante... porque nenhum barulho nos parece estranho…
"bizarrement camille ne me manquait pas. nous étions éloignés; nous existions en parallèle. nous nous étions appris par coeur. c'était trop. plus rien à découvrir, plus rien à espérer. représailles immédiates. les qualités avaient épuisé leur crédit. les défauts de l'un n'avaient plus de secrets pour l'autre. lourd passif. nous n'étions même plus capables de nous décevoir."
in pension alimentaire, eric neuhoff, albin michel
… diz a tradição que a ordem natural das coisas é vivermos com os nossos pais. depois os filhos começam a sair de casa, normalmente por ordem de idade e os pais ficam. na minha casa, primeiro saiu a minha mãe, depois saiu o meu pai, depois o meu irmão… e por fim saí eu... depois o meu irmão regressou e agora voltou a sair. e a casa ficou vazia. mas para mim, o mais importante é que fique e que possamos sempre voltar a ela porque mesmo sem móveis as nossas vidas estão lá guardadas… 

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« quand ils s’arrêtèrent essoufflés pour s’appuyer contre un mur, il lui glissa dans les mains un petit bouquet de violettes. elle n’eut pas besoin de les regarder pour savoir qu’il les avait volées, comme si elle avait assisté à la scène. Les fleurs contenaient l’été tout entier, avec ses ombres et ses lumières gravées dans les feuilles, et elle en pressa toute la fraicheur contre sa joue. »