… já tinha saudades de viver num prédio. há vantagens e inconvenientes. sabemos sempre quando é que as pessoas estão em limpezas, a que horas saem para trabalhar, a que horas regressam, o que fazem para o jantar, que música ouvem, às vezes até o que dizem... mas ao mesmo tempo é reconfortante... porque nenhum barulho nos parece estranho…
cela me rassure d'avoir la confirmation qu'il est des choses qui demeurent intactes * philippe besson
one of the secrets of a happy life is continuous small treats * iris murdoch
it's a relief sometimes to be able to talk without having to explain oneself, isn't it? * isobel crawley * downtown abbey
it's a relief sometimes to be able to talk without having to explain oneself, isn't it? * isobel crawley * downtown abbey
carpe diem. seize the day, boys. make your lives extraordinary * dead poets society
a luz que toca lisboa é uma luz que faz acender qualquer coisa dentro de nos * mia couto
25.8.07
… já tinha saudades de viver num prédio. há vantagens e inconvenientes. sabemos sempre quando é que as pessoas estão em limpezas, a que horas saem para trabalhar, a que horas regressam, o que fazem para o jantar, que música ouvem, às vezes até o que dizem... mas ao mesmo tempo é reconfortante... porque nenhum barulho nos parece estranho…
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les boisses
21.8.07
o verão está a chegar ao fim. os dias começam a ficar mais frios especialmente na montanha. hoje anunciam neve a 2400m de altitude. eu estou a 1850. nunca pensei que o tempo pudesse interferir tanto no meu dia-a-dia. mas hoje de manha gostei de estar naquela casa pequenina, de beber o meu café a ouvir a radar, de olhar pela janela e ver o nevoeiro espesso na varanda, quase sem poder ver o outro lado da rua... e de ter uma luz cor de laranja acesa.
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do frio,
dos dias na neve,
les boisses
18.8.07
... la rentrée...
"bizarrement camille ne me manquait pas. nous étions éloignés; nous existions en parallèle. nous nous étions appris par coeur. c'était trop. plus rien à découvrir, plus rien à espérer. représailles immédiates. les qualités avaient épuisé leur crédit. les défauts de l'un n'avaient plus de secrets pour l'autre. lourd passif. nous n'étions même plus capables de nous décevoir."
in pension alimentaire, eric neuhoff, albin michel
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livros
depois de dias inteiros a empacotar e desempacotar caixotes, há que pensar na decoração...
... a mais recente aquisição...
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shopping
... estamos a ficar crescidos...
… diz a tradição que a ordem natural das coisas é vivermos com os nossos pais. depois os filhos começam a sair de casa, normalmente por ordem de idade e os pais ficam. na minha casa, primeiro saiu a minha mãe, depois saiu o meu pai, depois o meu irmão… e por fim saí eu... depois o meu irmão regressou e agora voltou a sair. e a casa ficou vazia. mas para mim, o mais importante é que fique e que possamos sempre voltar a ela porque mesmo sem móveis as nossas vidas estão lá guardadas…
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home sweet home
10.8.07
8.8.07
parece-me ser uma boa escolha para um dia como este em que está previsto cairem não sei quantos metros cubicos de água...
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musica
os móveis de produtos gastronómicos portugueses proliferam e o meu móvel de livros em língua portuguesa pode estar em vias de extinção…
mas eu não fico ressentida com estas coisas e é por isso que hoje à noite vamos comer uma feijoada de lata…
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à mesa
isto de estarmos sempre a projectar-nos no futuro tem os seus inconvenientes em termos de disfrute das coisas…
desde que entramos em agosto, o mês das férias por excelência (apesar de eu não partilhar totalmente desta opinião), não paramos de falar de setembro. “temos que começar a pensar nas animações das classes”, “tenho que ir ao supermercado comprar todo o material escolar que consta na lista da rentrée” são frases que dizemos ou ouvimos com frequência; já andamos a pensar na lista dos livros do festival do primeiro romance que dá origem ao nosso comité de leitura que começa em setembro e andamos a pensar nos preparativos; o comité de leitura de val que costuma começar lá para meados de setembro começa já na próxima segunda-feira com os livros da rentrée…
o sentimento que tenho em relação a isto é o mesmo que tenho quando os dias que começam a ficar mais curtos a partir de 21 de junho… mal começa o verão já estamos em contagem decrescente… estamos sempre em contagem…
mas eu gosto de setembro... e de tudo o que esse mês nos traz… acho que é a contagem que me angustia…
o sentimento que tenho em relação a isto é o mesmo que tenho quando os dias que começam a ficar mais curtos a partir de 21 de junho… mal começa o verão já estamos em contagem decrescente… estamos sempre em contagem…
mas eu gosto de setembro... e de tudo o que esse mês nos traz… acho que é a contagem que me angustia…
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tempo
no outro dia, a propósito de um post do gi, estive a espreitar os arquivos do azul turquesa e tive uma vontade imensa que tudo (neste blog) voltasse a ser como dantes... não sei se isso será possível... como diziam os xutos: “o que foi nao volta a ser, mesmo que muito se queira”... começo pela cor... e depois logo se vê...
... afinal a minha vida foi-se dividindo entre vários blogs e o azul turquesa deixou de ter voz... no contos exemplares falo dos livros que leio, na biblioteca de papel de bibliotecas e outros assuntos relacionados com livros, no o que viram os meus olhos deixo fotografias... e foi assim que o azul turquesa foi ficando para o que não cabia em nenhum destes três blogs... já que estou numa de mudanças, aproveito o balanço e arrumo a casa (ou as casas)...
... começo pelas cores e depois logo se vê...
... afinal a minha vida foi-se dividindo entre vários blogs e o azul turquesa deixou de ter voz... no contos exemplares falo dos livros que leio, na biblioteca de papel de bibliotecas e outros assuntos relacionados com livros, no o que viram os meus olhos deixo fotografias... e foi assim que o azul turquesa foi ficando para o que não cabia em nenhum destes três blogs... já que estou numa de mudanças, aproveito o balanço e arrumo a casa (ou as casas)...
... começo pelas cores e depois logo se vê...
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o blog
2.8.07
1.8.07
23.7.07
20.7.07
18.7.07
17.7.07


... pois acabei por ir ler a sugestão do francis... e fiquei a pensar na história da & etc... fiquei com saudades de trabalhar nas livrarias, de falar com as editoras, de estar a par das novidades… e com isto da & etc pus-me a pensar nos livros que comprei dessa editora e lembrei-me destes dois, “o peixe na água” que comprei na ler devagar (devia ser o último exemplar do mercado) e que ofereci ao p. e o “seios” que comprei na fnac do chiado e ofereci ao r., no natal...
... e depois, o artigo falava ainda da ulisseia, da averno, de escritores e pessoas que li, vi, ouvi e falei... fala de lisboa, da rua do quelhas onde cresci quando passava os dias com a minha avó, e da rua do meio, onde passava obrigatoriamente quando vinha da escola, na rua das trinas...
não há remédio para tanta nostalgia...
... e depois, o artigo falava ainda da ulisseia, da averno, de escritores e pessoas que li, vi, ouvi e falei... fala de lisboa, da rua do quelhas onde cresci quando passava os dias com a minha avó, e da rua do meio, onde passava obrigatoriamente quando vinha da escola, na rua das trinas...
não há remédio para tanta nostalgia...
16.7.07
é tempo de empacotar coisas, tarefa que é, em si mesma morosa, mas que se torna ainda mais dificil porque tenho que escolher as coisas indispensáveis e deixar as supérfluas... mas, para mim, tudo é essencial... sempre fui assim... "és um ferro velho", diz-me a minha mãe...
enquanto decido o que empacoto por uns meses e o que empacoto para desempacotar logo a seguir, não posso deixar de pensar na história de cada objecto... e quando me demoro a olhar para as coisas, apercebo-me de que tenho um bocadinho de todos vocês aqui...
tenho um objecto de todos os "amigos" do azul turquesa... ainda se lembram o que me ofereceram antes de eu vir para cá?
15.7.07
+de+f%C3%A9rias+maio+2007+114.jpg)
"é que isto aqui não é só luz e rio, sabes bem. não é só geografia, revelações ou memórias e o restante diz que diz dos manuais e dos oradores frustrados. há vozes e cheiros a reconhecer - cheiros, pois então: o do peixe de sal e barrica nas lojas da rua do arsenal, não vamos mais longe; o da maresia a certas horas das docas do tejo; o do verão nocturno dos ajardinados da lapa; o dos armazéns de aprestos marítimos entre santos e o cais do sodré; o do peixe a grelhar em fogareiro à porta dos tascos de recanto ou de travessa, desde o bairro alto a carnide; há, no inverno pelas ruas, o cheiro fumegante das castanhas a assar nos fogareiros dos vendedores ambulantes
e acima de tudo há a voz e o humor, o tom e a sintaxe, aquilo que te está, cidade, mais no íntimo."
in lisboa livro de bordo, josé cardoso pires, publicações dom quixote
quando leio um livro que não é novidade e que gosto muito pergunto-me muitas vezes: "porque é que eu não li este livro antes?" ... mas acho que isso tem a ver com a profissão que tive durante muitos anos que me deixou alguns "preconceitos" em relação a certos livros de certos autores...
ontem resolvi, então, ir à piscina, na hora de almoço e, como me tinha esquecido do livro que ando a ler em casa, peguei no livro mais pequeno que encontrei e pu-lo dentro do saco, junto ao biquini.
"lisboa livro de bordo" que surpresa tão íntima... um livro sobre a minha cidade, como sugere o título. lisboa de antes e de agora, com os seus escritores, cafés, tertúlias, pintores, com as suas expressões, com o rio, com os prédios às cores e os telhados cor-de-rosa, com os azulejos e a calçada, com as estatuas que, na sua condição, nos fazem passar por elas sem reparar. lisboa com as suas revoluções e evoluções... lisboa das estações de metro, com decorações subterrâneas que se confundem com a realidade... josé cardoso pires nem se esqueceu de benfica...
"lisboa livro de bordo" que surpresa tão íntima... um livro sobre a minha cidade, como sugere o título. lisboa de antes e de agora, com os seus escritores, cafés, tertúlias, pintores, com as suas expressões, com o rio, com os prédios às cores e os telhados cor-de-rosa, com os azulejos e a calçada, com as estatuas que, na sua condição, nos fazem passar por elas sem reparar. lisboa com as suas revoluções e evoluções... lisboa das estações de metro, com decorações subterrâneas que se confundem com a realidade... josé cardoso pires nem se esqueceu de benfica...
uma viagem por lisboa, cheia de curiosidades... mesmo para os que conhecem bem há páginas onde não podemos deixar de surpreender-nos.
afinal, teria gostado deste livro de qualquer forma mas, longe, e apaixonada por lisboa como sou, o livro teve um efeito surpreendente.... podia ser um livro contado pela voz do r. ... e, p., se não o leste, agora que estás longe também... acho que vais adorar... acho que passamos por (quase) todos os lugares...
um livro de bolso (que também pode ser um album) para ler em duas viagens de metro...
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13.7.07
« quand ils s’arrêtèrent essoufflés pour s’appuyer contre un mur, il lui glissa dans les mains un petit bouquet de violettes. elle n’eut pas besoin de les regarder pour savoir qu’il les avait volées, comme si elle avait assisté à la scène. Les fleurs contenaient l’été tout entier, avec ses ombres et ses lumières gravées dans les feuilles, et elle en pressa toute la fraicheur contre sa joue. »in, la traversée de l'été, truman capote, grasset
11.7.07
... para os que estranharam a falta de fotografias e imagens no azul turquesa... deixei algumas do outro lado...
10.7.07
... saí de casa com uns colants a combinar com a cor do céu: cinzento rato, opaco... que mês de julho maravilhoso...
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… hoje acordei como em muitas manhãs, quando vivia em lisboa, depois de fins-de-semana de licores dos açores e de jogos de pictionary…
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9.7.07
8.7.07
... o verão insiste em não aparecer... por da a parte se ouve:
"já não era a primeira vez que nevava em julho"...
"já não era a primeira vez que nevava em julho"...
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6.7.07
... quero lá saber de mercedes, bmw's, 4x4... o que eu quero é um carro que tenha a buzina no sítio certo... devolvam-me o meu 106, por favor!
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5.7.07
as férias começaram ontem. no meu tempo não era assim. as férias começavam ainda no mês de junho e duravam 3 meses retomando a rotina em outubro, com uma pequena paragem logo a seguir, por causa do feriado do dia 5. hoje em dia as aulas terminam, mas logo a seguir começam as actividades. antes, não havia nada disso. as férias eram para não fazer nada e se servissem para fazer alguma coisa era o que nos apetecesse... vinha eu a pensar nisso rua abaixo, quando vi três cabeças meio escondidas à janela, com as bocas cheias de água, a ver quem passava, prontos a cuspir e desatar às gargalhadas. pus os olhos na janela, com um sorriso ao canto da boca (a pensar “ainda bem que não era eu que ía a passar em baixo”) e a lembrar-me que também eu nas férias fazia isso. às vezes também ía para a rua tocar a todas as campainhas e depois destavamos a correr... e aquilo divertia-nos imenso. quando o tempo nos fazia ficar em casa telefonavamos para desconhecidos, à procura dos que tivessem os nomes mais estranhos na lista para fazer piadas “estou é da casa do sr. leão? – é sim – é para avisar que vamos entregar a jaula… » as actividades eramos nós que as organizavamos. andar de bicicleta era a melhor de todas, as miúdas gostavam de saltar ao elástico, jogavamos ao lenço e ao lencinho (naquela lenga-lenga do « aqui vai o lenço, aqui fica o lenço »), víamos o « agora escolha », apresentado pela vera roquete, gastavamos fortunas aos nossos pais, ao telefone, para escolhermos o nosso programa preferido. o cúmulo das actividades era para os que íam 1 mês para as colonias de férias… outros íam para a terra ver os primos (eu confesso que sempre quis ter uma terra)... nós ficavamos na cidade, no silêncio do mês de agosto, a fazer o que nos apetecesse e a comer gelados... até irmos de férias com os nossos pais…
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3.7.07
ossos do oficio
temos um seguro para as exposições que têm lugar na mediateca… mas não percebo muito bem para que serve uma vez que assegura a exposição apenas quando a mediateca está fechada… ou seja , quando as pessoas vêm ver a exposiçao, que é para isso que ela existe, se acontecer algum problema, não há seguro que nos valha. assim sendo, há sempre uma de nós de vigia na sala. como nos museus. sentamo-nos nos sofás vermelhos e ficamos a ler toda a tarde.
temos um seguro para as exposições que têm lugar na mediateca… mas não percebo muito bem para que serve uma vez que assegura a exposição apenas quando a mediateca está fechada… ou seja , quando as pessoas vêm ver a exposiçao, que é para isso que ela existe, se acontecer algum problema, não há seguro que nos valha. assim sendo, há sempre uma de nós de vigia na sala. como nos museus. sentamo-nos nos sofás vermelhos e ficamos a ler toda a tarde.
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27.6.07
" O AZUL TURQUESA ACABA HOJE"
há muito tempo que andava a pensar em acabar com o azul turquesa... achava que a jota dos primeiros tempos já nada tinha a ver com esta jota. os passeios são poucos, a máquina fotografica já não anda no saco e como os lugares são sempre os mesmos já não há grande coisa a contar... e foi naquele dia... talvez por ser um dia cinzento ( e eu até gosto dos dias cinzentos)... talvez pelo facto dos dias serem quase todos cinzentos nestes dois últimos meses... é verdade que ao ler os comentários que deixaram tive vontade de mudar de ideias... fico sempre curiosa por saber porque é que as pessoas vêm ao azul turquesa... e olhando para os comentários comecei a pensar nas razões:
a lenore e o francis por causa da ana teresa pereira
a mushroomdeluxe e a magarça porque me conhecem e vão sabendo de mim... e ... magarça... esta noite nevou nas montanhas, hoje quando acordei os picos estavam todos brancos... e ainda peso os mesmos kg...
a angi e a miranda talvez por causa das fotografias...
o nuno pires... não sei ... por algumas palavras em francês?
a suzanne que chegou no fim, por acaso, e gostou por algumas coisas que temos em comum...
o j. porque me conhece muito bem e se farta de rir com as minhas manias e o r. que vai recebendo noticias minhas assim...
quando olho para o início do azul turquesa e vejo as fotografias tenho algumas saudades... e apetece-me voltar a esses tempos, mas parece-me demasiado tarde, com tanta conversa de kg, malas, carteiras e brincos... ou então pensarei numa revolução...ou numa novidade...
há muito tempo que andava a pensar em acabar com o azul turquesa... achava que a jota dos primeiros tempos já nada tinha a ver com esta jota. os passeios são poucos, a máquina fotografica já não anda no saco e como os lugares são sempre os mesmos já não há grande coisa a contar... e foi naquele dia... talvez por ser um dia cinzento ( e eu até gosto dos dias cinzentos)... talvez pelo facto dos dias serem quase todos cinzentos nestes dois últimos meses... é verdade que ao ler os comentários que deixaram tive vontade de mudar de ideias... fico sempre curiosa por saber porque é que as pessoas vêm ao azul turquesa... e olhando para os comentários comecei a pensar nas razões:
a lenore e o francis por causa da ana teresa pereira
a mushroomdeluxe e a magarça porque me conhecem e vão sabendo de mim... e ... magarça... esta noite nevou nas montanhas, hoje quando acordei os picos estavam todos brancos... e ainda peso os mesmos kg...
a angi e a miranda talvez por causa das fotografias...
o nuno pires... não sei ... por algumas palavras em francês?
a suzanne que chegou no fim, por acaso, e gostou por algumas coisas que temos em comum...
o j. porque me conhece muito bem e se farta de rir com as minhas manias e o r. que vai recebendo noticias minhas assim...
quando olho para o início do azul turquesa e vejo as fotografias tenho algumas saudades... e apetece-me voltar a esses tempos, mas parece-me demasiado tarde, com tanta conversa de kg, malas, carteiras e brincos... ou então pensarei numa revolução...ou numa novidade...
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resposta ao desafio da lenore
(porque já não consigo aceder ao teu blog, deixo a resposta no azul turquesa)
"um desafio engraçado. o desafio consiste em:
1. Pegar no livro mais próximo (Não precisa de ser o que andam a ler)
2. Abri-lo na página 161
3. Procurar a 5ª frase completa
4. Colocar a frase no vosso blog ou como comentário no meu
5. Não vale procurar o melhor livro que têm, usem o mais próximo
6. Passar o desafio a cinco pessoas "
« elle se dit ensuite que clyde allait revenir, ce qui était tout aussi faux »
in la traversée de l’été, truman capote, grasset
deixo o desafio a:
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desafios
25.6.07
20.6.07
ossos do ofício
... é tão bom quando estico a mão para receber o cartão de utilizador e a pessoa o pousa em cima da mesa ou atira com ele...
… está bem, digam lá que sou comichosa…
... é tão bom quando estico a mão para receber o cartão de utilizador e a pessoa o pousa em cima da mesa ou atira com ele...
… está bem, digam lá que sou comichosa…
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ossos do oficio
(bridget) j(ota), contente com a facilidade que é perder 1 kg por semana, já por 3 vezes que decidiu voltar aos aperitivos, a pensar que o facto de comer saladas todos os dias compensava a coisa... resultado... umas valente gramas (chamemos-lhes assim, 1000 gramas não deixam de ser gramas) a mais...
... não é justo, porque é que se engorda 1kg em dois dias e não se perde 1kg no mesmo tempo?
... não é justo, porque é que se engorda 1kg em dois dias e não se perde 1kg no mesmo tempo?
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kg
17.6.07
... há já muito tempo que não lia um livro cheio de tão bons sentimentos...
... a capa diz tudo... paris, um bairro cheio de charme, um impasse em vias de extinção, uma loja de cafés cheirosa, bicicletas com cestinhos ...

"depuis toujours elle avait fait la différence entre les gens bêtement beaux et ceux qui possédaient un charme irrésistible..."
in jouez coeur et gagnez, dominique marny, terres de france
in jouez coeur et gagnez, dominique marny, terres de france
16.6.07
15.6.07
ossos do ofício
conversa entre mim e um adulto na secção juvenil
(para a compreensão do diálogo que se segue: nesta mediateca, quando se pretende levar de empréstimo uma banda desenhada que faz parte de uma série de vários volumes têm que se levar de empréstimo todos os volumes dessa série)
adulto - boa tarde, eu vi que vocês ja têm o 4° volume de uma série de manga cujos 3 primeiros volumes eu já li. posso levá-lo de empréstimo ?
(para a compreensão do diálogo que se segue: nesta mediateca, quando se pretende levar de empréstimo uma banda desenhada que faz parte de uma série de vários volumes têm que se levar de empréstimo todos os volumes dessa série)
adulto - boa tarde, eu vi que vocês ja têm o 4° volume de uma série de manga cujos 3 primeiros volumes eu já li. posso levá-lo de empréstimo ?
eu - sim, mas tem que levar a série toda
adulto - mas eu já li os 3 primeiros volumes, vou ter que lê-los outra vez ?
eu - ?
(respirei fundo, baixinho, à procura de toda a minha serenidade)
não precisa de lê-los outra vez, mas se quiser levar o 4° volume tem que levar também os 3 primeiros….
(respirei fundo, baixinho, à procura de toda a minha serenidade)
não precisa de lê-los outra vez, mas se quiser levar o 4° volume tem que levar também os 3 primeiros….
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ossos do oficio
maravilhas da administração pública
graças à burocracia que nos obriga a comprar livros a uma livraria e apenas àquela ou a uma editora e apenas àquela, compramos 30 livros por 500€ quando podiamos ter comprado o dobro pelo mesmo preço...
é tão irritante quando as coisas não têm lógica nenhuma, mas são assim... porque sim... porque é assim que tem que ser...
graças à burocracia que nos obriga a comprar livros a uma livraria e apenas àquela ou a uma editora e apenas àquela, compramos 30 livros por 500€ quando podiamos ter comprado o dobro pelo mesmo preço...
é tão irritante quando as coisas não têm lógica nenhuma, mas são assim... porque sim... porque é assim que tem que ser...
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burocracia
12.6.07
ontem, já pela quarta vez, voltaram a perguntar-me se estava grávida… eu respondi que não, que realmente tinha engordado bastante nos últimos tempos mas que não estava grávida… enfim… mas eu já andava a antecipar estas coisas e, no outro dia, fui ao ikea de lyon para comprar uma cozinha e saí de lá com uma balança. como era muito barata, perguntei ao sr. se era de boa qualidade e ele disse que devia ser pois vendiam 300 por semana e até aquele dia ainda ninguém se tinha queixado. venho-me embora com a balança toda contente e a pensar que era o início de uma decisão importante. chego a casa, regulo a balança, pois marcava já 10kg. regulo-a bem, e salto lá para cima… 72kg… bem se calhar foi do salto, volto a olhar para ela volto a girar o botão para regulá-la (podia ter ficado encravado), dispo o casaco de malha e volto a subir… 72kg… pensei: bom... deito fora a balança ou o frigorifico? escolhi a segunda opção. subi ao primeiro andar, pousei a balança no chão e, inconformada, voltei a subir… 66kg… bom, afinal esta balança não é lá grande coisa… conclusão… há uma semana que ando a comer saladas e continuam a perguntar-me se estou grávida… mas não acabarei com as saladas… hoje a balança marcava 65kg…Cenas dos próximos kg... em breve…
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8.6.07
5.6.07
... esta sou eu... vista pela rt... e feita pela mãe dela...
... sou linda (em boneca), com toda a modéstia...
... sou linda (em boneca), com toda a modéstia...
se quiserem uma "maria-nitas" à vossa medida, ou à medida de alguém que conheçam escrevam à mãe da r.
2.6.07
... e foi às cinco da tarde que recebi o telefonema da minha mãe a dizer:
- olha, ela não vem hoje!
- como não vem hoje?
- disseram-me que tinha havido um problema com o vôo e que só deve vir na próxima quarta ou quinta feira...
- ... ?? então podes ir ao pavilhão da caminho e comprar-me os livros infantis, que ela escreveu, que me faltam?
enquanto espero pelo novo livro autografado vou lendo o que ela me escreveu em 2002 e vou imaginando o dia em que a vi sentada num dos bancos da fnac do chiado e na vez em que o fg chegou ao pé de mim e disse:
- j. trago-lhe aqui uma pessoa que vai gostar de conhecer...
- e quem é?
- venha comigo. ana teresa, esta é a j.
... e perante tal supresa fiquei de todas as cores e sem saber o que dizer... e o que é que acontece nestas situações? não se diz nada de jeito...
- olha, ela não vem hoje!
- como não vem hoje?
- disseram-me que tinha havido um problema com o vôo e que só deve vir na próxima quarta ou quinta feira...
- ... ?? então podes ir ao pavilhão da caminho e comprar-me os livros infantis, que ela escreveu, que me faltam?
enquanto espero pelo novo livro autografado vou lendo o que ela me escreveu em 2002 e vou imaginando o dia em que a vi sentada num dos bancos da fnac do chiado e na vez em que o fg chegou ao pé de mim e disse:
- j. trago-lhe aqui uma pessoa que vai gostar de conhecer...
- e quem é?
- venha comigo. ana teresa, esta é a j.
... e perante tal supresa fiquei de todas as cores e sem saber o que dizer... e o que é que acontece nestas situações? não se diz nada de jeito...
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1.6.07
... porque este assunto é sempre notícia e porque somos muitos os entusiastas...
"quando atravessares o rio" é o novo livro de ana teresa pereira... enquanto esperamos pelo encontro de amanhã, às 18h30, na feira do livro e para os que ainda não têm o livro ficam alguns pormenores... ana teresa pereira à conversa com o jornal da madeira
28.5.07
... de volta a casa...
... à porta do mês de junho e com uma paisagem branca... sempre que volto das férias tenho que arrumar as sandálias e "(re)desempacotar" as botas...
... está a nevar... aconchegamo-nos ao pé da lareira... mas depois de duas semanas de calor em lisboa é difícil retomar os hábitos da montanha...
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dos dias na neve
18.5.07
10.5.07
4.5.07
... a primeira coisa que faço depois de ligar o carro? ... ajeito o banco, ponho o cinto e ligo o rádio...
... hoje a música era esta... e lá fui eu a cantar entre os zigue-zagues das montanhas...
... hoje a música era esta... e lá fui eu a cantar entre os zigue-zagues das montanhas...
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2.5.07
... vêm aí as férias...

... e por falar nisso... alguém tem sugestões para o nosso famoso jantar blogger?
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o blog
... será verdade?
« …il aurait été jusqu'à prétendre, s’il l’avait fallu, qu’on peut parfaitement être amis après avoir été amants, qu’on est capables d’inventer un nouveau lien après s’être appartenus… »in arrière-saison, philippe besson, feryane
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